Síndrome


Síndrome; tenho eu.

Aos sorrisos que não tiveram medo... Escrevo à vocês.

Pisquei. E você estava lá.
Pisquei novamente.
Senti um beijo na bochecha.
E percebi que você era diferente.
Porque ninguém faz isso.
Ninguém.
Ninguém?

Síndrome; tenho eu!

Você quis me conhecer.
Eu; interessante?
Não. Você!
Prazer, Sílvia, prazer.

Síndrome; tenho eu!

Desenhamos um sol roxo.
Sim, roxo! Para ser especial.
No mundo inteiro; apenas nós, conhecemos o sol roxo.
Prometo!
E só ele é capaz de iluminar.
A casa de arco-íris que
eu nunca fui capaz de enxergar.
Obrigada por aceitar meu palpite.
Obrigada por não ter deixado a minha nuvem chover!
Embora eu quisesse.
Porque eu chovo. E você é sol.

Síndrome; tenho eu!

E eu canto. Você acompanha.
E sorri para mim!
''Todos dizem que canto mal, jura que gostou''?
''Sim! Sim! Sim!''
Cantamos. [mas sorrimos mais]
E inventamos uma música própria.
Mentira, você inventou.
E inventei esse poema para você, Thaís.

Síndrome; tenho eu!

Andava sozinha;
Porque sou assim, de observar.
E você chegou de canto de olho.
E segurou minha solidão. [minha mão?]
Obrigada, Leo.
E rimos, porque eu estava nervosa.
E a minha mão tende a suar.
Era tanto medo, Leo!
Tanto.
Dar as mãos está muito além do toque.
Obrigada por escolher a minha.

Então caminhamos.
Cromossomo a mais.
E cromossomo a menos.
E unidos.
Embora você seja tão mais.
Tão mais.

Síndrome; tenho eu!
Síndrome; tenho eu!
Vocês... Apenas um coração mais sensível.
E um arco-íris de oito cores.


Um comentário:

  1. Está verdadeiramente lindo, rs. Nossa, você escrever bem. Parabéns,

    http://umaprimavera.blogspot.com.br/

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