Sorrisos Roubados


Escrevo por todos os sorrisos que você já me roubou. Eles serão minhas testemunhas. Somos pessoas improváveis, eu e você. Tive a sorte de te encontrar tão cedo que parece acidente. Sei que é.

Li, em algum lugar, que alguns infinitos são maiores do que outros. Pensei em te emprestar o livro e tenho certeza que seria meloso de mais. Mas e o nosso infinito? Já pensou nele? Em todas as risadas e caretas e mais risadas e brigas e… Aquela nuvem tem formato de coração; consegue ver?

Vou me vestir de vermelho todos os dias. Para que saibam que te encontrei. Revirou meu mundo. Você fez minha alma ficar um pouco mais colorida. Com cores suas; próprias, e eu não só emprestei como peguei para mim. Justo; não? Você roubou meus sorrisos sem permissão…

Acho improvável não se apaixonar. Completos desconhecidos te admiram, e eu assino em baixo, em anonimato, para não entregar os pontos antes da hora. O amor, assim como qualquer outro sentimento, só vem à tona se já existe dentro de nós. Conheci melhor meu amor depois que conheci brilhantes olhos verdes.

Tenho coragem de quebrar meu próprio coração se for por você. Juntamos os cacos e construímos um lindo mosaico depois. Não tem como acabar; sabe, porque amor que acaba, na verdade nunca começou.

Sei que terei muitas coisas medianas e ordinárias em minha vida. E sei que você jamais deixará o amor ser uma delas.

Vamos orbitar em torno do violão que nunca consegui aprender. Me vê mais um beijo com gosto de café e deixamos isso para uma próxima. Você já me ensinou como fazer cafuné e apreciar barba mal feita – filmes mal feitos também.
 
Emoção tem pressa; vou logo terminando esse rascunho porque estou louca pra te ver!

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